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Inspirações de 2013 ou quem é vivo sempre aparece.


Eis que me tem de regresso.
Após longos meses retorno para esse post sem nenhuma garantia de retorno absoluto, pois nos últimos dias tenho aprendido literalmente o ditado da vó “marmelada é doce, mas não é mole”.
A falta de computador, de coragem, de vergonha na cara e de pesquisa tem me feito ausente. Porém não posso esquecer do meu primeiro filho, esse blog amadaoe mal cuidado.
Meu único contato nos últimos dias com alguma “pesquisa” tem sido as páginas que sigo no Facebook de Arte e Fotografia, ó a vergonha. Se posso usar algo a meu favor, o gosto ficou mais apurado, só a disposição que não seguiu o ritmo.
Segue a sequência já conhecida: imagem e título do que tem me inspirado nesses últimos dias.

Pierre-Auguste Cot, Ophelia, 1870.

Stefano Maderno – Santa Cecilia (1599)

Johann Reiter, (Austria, 1813-1890) Donna addormentata.

Lev Kamenev (Russia 1833-1886), Nebbia.

Roberto Ferri (Taranto,1978) Prigione di lacrime.

Ivan Konstantinovič Ajvazovskij, Paesaggio invernale (1876).

Ivan Shishkin, Old Fallen Trees (1893).

Victor Nizovtse (1965 Siberia), “Dreams”.

Steve Hanks (San Diego, 1949), Living in the rain.

Jacek Yerka (Poland, 1952), High City Blowing Away.

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